A FIA reconheceu que um erro humano na direção de corrida impediu que alguns pilotos tivessem acesso à potência máxima disponível no final da primeira fase da sessão de qualificação sprint em Singapura.
Durante o período de bandeira vermelha, o Overtake Mode, que permite aos pilotos utilizar a energia máxima disponível, foi desativado.
Um erro humano na direção de corrida fez com que o sistema não fosse reativado após o reinício da sessão.
Quando a situação foi detetada, o Overtake Mode foi ativado durante 27 segundos, antes de voltar a ser desativado.
Durante esse período, alguns pilotos completaram voltas com a vantagem de maior velocidade em reta, enquanto outros não beneficiaram desse extra, dependendo da sua posição em pista e de estarem ou não a realizar voltas rápidas.
O sistema da FIA desativa automaticamente o Overtake Mode quando é mostrada uma bandeira vermelha, apresentando depois um aviso aos comissários desportivos para que decidam se o pretendem reativar.
Neste caso, o aviso foi ignorado e, embora o sistema tenha sido posteriormente reativado, acabou por ser novamente desativado por se considerar que essa seria a opção mais justa.
A FIA reconheceu que o erro teve impacto no desempenho de diferentes carros.
“Durante a primeira fase da qualificação sprint, ocorreu um erro humano na direção de corrida, sem relação com o problema de cronometragem que também se verificou no SQ1”, lê-se no comunicado da FIA.
“Este erro fez com que o Overtake Mode não estivesse disponível após o período de bandeira vermelha durante o SQ1. Quando se percebeu que o Overtake Mode não estava ativo após o reinício, este foi ativado durante 27 segundos, antes de voltar a ser desativado.”
“A FIA reconhece que este infeliz erro humano teve impacto no desempenho de alguns carros, dependendo do momento em que realizaram a volta e da sua posição ao longo do circuito. A segunda e a terceira fases da qualificação sprint não foram afetadas.”






