A Federação Internacional do Automóvel anunciou uma alteração aos parâmetros de gestão de energia para a qualificação do Grande Prémio do Japão.
O órgão governativo do desporto reuniu-se após o segundo Grande Prémio do ano com as equipas e os fabricantes de unidades motrizes para receber feedback sobre a questão da gestão de energia.
Antes da prova de Suzuka, a FIA confirmou que todos os fabricantes concordaram em reduzir o limite máximo de energia recuperável na qualificação de 9 MJ para 8 MJ.
Esta alteração ganha especial relevância numa pista como Suzuka, que dispõe de poucas zonas de travagem intensa, o que dificulta a recuperação de energia e obriga os pilotos a recorrer ao chamado ‘super clipping’ nas retas.
Com este ajuste, a FIA pretende reduzir essa necessidade e permitir que os pilotos rodem mais perto do limite em qualificação.
“Na sequência de discussões entre a FIA, as equipas de Fórmula 1 e os fabricantes de unidades motrizes, foi acordado um pequeno ajuste aos parâmetros de gestão de energia para a qualificação no Grande Prémio do Japão de Fórmula 1, com o apoio unânime de todos os fabricantes”, lê-se no comunicado da FIA.
“Para garantir que o equilíbrio pretendido entre a utilização de energia e o desempenho do piloto é mantido, o máximo de energia recuperável permitido na qualificação deste fim de semana foi reduzido de 9,0 MJ para 8,0 MJ.”
“Este ajuste reflete o feedback de pilotos e equipas, que sublinharam a importância de manter a qualificação como um verdadeiro desafio de desempenho.”
“A FIA assinala que os primeiros eventos sob os regulamentos de 2026 foram operacionalmente bem sucedidos, e que este aperfeiçoamento específico faz parte do processo normal de otimização, à medida que o novo enquadramento regulamentar é validado em condições reais.”
“A FIA, em conjunto com as equipas de Fórmula 1 e os fabricantes de unidades motrizes, continua a trabalhar em evoluções ao nível da gestão de energia, estando previstas novas discussões nas próximas semanas.”






