A Federação Internacional do Automóvel confirmou que será introduzida uma alteração regulamentar a meio da temporada, na sequência da controvérsia em torno dos motores. Um novo procedimento de verificação da taxa de compressão entrará em vigor a partir de junho, seis corridas antes do inicialmente previsto.
“A FIA trabalhou numa solução de compromisso que determina que a taxa de compressão será controlada tanto em condições a frio como a quente a partir de 1 de junho de 2026, passando depois a ser verificada apenas em condições de funcionamento, a 130°C, a partir de 2027.”
A FIA esclareceu ainda que, com a introdução do novo teste, “qualquer componente, conjunto, mecanismo ou disposição integrada concebida ou que funcione de forma a permitir uma taxa de compressão superior a 16.0 em condições de funcionamento será proibida”.
Segundo as equipas rivais da Mercedes, os ganhos associados a esta solução poderão ascender a 13 cavalos de potência, o que se traduziria numa vantagem entre três e quatro décimos de segundo por volta.
No entanto, Toto Wolff, diretor de equipa da Mercedes, considera que o impacto foi amplamente exagerado, referindo que o benefício real é de apenas “um ou dois cavalos” de potência.
O órgão governativo do desporto confirmou ainda a abolição do formato de duas paragens obrigatórias no Grande Prémio do Mónaco e o aumento da duração do Q3, que passará de 12 para 13 minutos.


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