Lando Norris destacou como um sinal positivo o facto de a McLaren estar tão perto da Mercedes em Montreal, mesmo sem utilizar todas as evoluções previstas para o MCL40.
Depois de ter aproveitado um erro de Andrea Kimi Antonelli para terminar a corrida sprint no segundo posto, Norris voltou a qualificar-se em terceiro para a corrida principal, logo atrás dos Mercedes.
O resultado surge numa ronda em que a McLaren optou por não utilizar parte do novo pacote de evoluções introduzido no Canadá, incluindo a nova asa dianteira, removida após não ter produzido os ganhos de performance esperados.
Questionado sobre se esperava ficar tão perto da Mercedes na qualificação, Norris respondeu: “Provavelmente não, sobretudo porque a Mercedes teve sempre um desempenho muito forte aqui.”
“Mesmo no ano passado, quando estivemos aqui, provavelmente tínhamos o melhor carro com alguma facilidade e, ainda assim, a Mercedes fez a pole. Portanto, eles têm-se dado sempre muito bem neste tipo de circuito.”
“Com as evoluções que trouxeram, claro que esperávamos que fosse difícil batê-los. E o facto de não estarmos a utilizar algumas das nossas evoluções faz com que estejamos muito surpreendidos por estar tão perto.”
“Há muitos sinais positivos. Não há nada de negativo. Há muitos aspetos encorajadores, tendo em conta que ainda não conseguimos extrair tudo do nosso pacote de evoluções.”
“Perdi algum tempo na minha última tentativa quando um carro saiu de pista à minha frente, apanhei sujidade nos pneus e depois perdi o ‘slipstream’ na reta oposta. Mas, de qualquer forma, estamos perto dos carros da frente, mais perto do que esperávamos sem o pacote completo de evoluções, por isso, enquanto equipa, podemos estar muito satisfeitos com o dia de hoje.”






