George Russell revelou que a Mercedes continua a tentar identificar a origem da perda de desempenho que tem sentido nas retas, depois de a equipa ter concluído que o problema não está relacionado com o seu estilo de condução.
O britânico foi apenas o quarto mais rápido na qualificação para o Grande Prémio da Bélgica, enquanto o seu colega de equipa, Andrea Kimi Antonelli, voltou a colocar a Mercedes na pole position.
Russell explicou que a diferença para Antonelli está concentrada sobretudo nas retas e afirmou que a equipa ainda não detectou a origem do problema.
“Depois de Silverstone, pensámos que estava relacionado com o estilo ou a técnica de condução”, disse Russell. “Mas chegámos finalmente à conclusão de que não é isso.”
“Mudámos tudo e estamos a perder quatro décimos nas retas no Q3. É frustrante. Em todas as voltas que completei este fim de semana vi perdas entre dois e quatro décimos. No FP2 de ontem foram sete décimos.”
“A equipa está a trabalhar arduamente para perceber o que se passa. Já tínhamos visto sinais na Áustria, mas pensámos sempre que havia uma explicação. Na qualificação sprint de Silverstone vimos uma perda de três décimos e meio. Achámos que tínhamos encontrado o problema. Continuamos neste processo de ‘pensamos que é isto, mudamos, afinal não é’. Pensei que fosse o estilo de condução, mudei a forma de conduzir e não era isso. A equipa está a trabalhar muito para descobrir o que é.”
“Tudo pode acontecer. A verdade é que lutar contra o meu colega de equipa, que é um piloto extraordinário e que está a fazer um trabalho fantástico neste momento, já é uma tarefa difícil nas melhores circunstâncias. Mas sinto-me confiante de que consigo enfrentá-lo de igual para igual.”






