A unidade motriz da Red Bull Powertrains continua a ser considerada a referência na mais recente avaliação ADUO da FIA, pelo que o construtor é o único sem direito a introduzir evoluções.
A Federação Internacional do Automóvel implementou em 2026 o sistema ADUO, concebido para permitir aos fabricantes mais atrasados recuperar terreno face à unidade de potência de referência ao longo do atual ciclo regulamentar.
Em junho, após a primeira avaliação de desempenho, que teve em conta as cinco primeiras rondas da temporada, a FIA determinou que a Red Bull tinha o motor de combustão interna mais competitivo, com a Mercedes a 2% e os restantes fabricantes a pelo menos 4%.
O veredito foi recebido com surpresa no paddock, uma vez que a Mercedes, que tinha vencido os seis primeiros Grandes Prémios da temporada, recebeu uma oportunidade adicional de desenvolvimento, apesar de a Red Bull ter somado apenas um pódio nesse período.
No entanto, após a avaliação relativa ao segundo período do ADUO, que decorreu entre o Mónaco e a Hungria, não houve alterações na posição da FIA.
“No primeiro período, determinou-se que a Mercedes se encontrava na janela entre os 2% e os 4%, pelo que terá direito a uma homologação adicional em 2026 e a outra em 2027, juntamente com os respetivos aumentos no limite orçamental e nos testes de dinamómetro”, lê-se no comunicado da FIA.
“A Audi, a Ferrari e a Honda foram consideradas acima dos 4%, pelo que terão direito a duas homologações adicionais em 2026 e duas em 2027, juntamente com os respetivos aumentos no limite orçamental e nos testes de dinamómetro.”






