A Fórmula 1 confirmou ter registado dois casos positivos de COVID-19 na última ronda de testes efetuada antes do Grande Prémio da Hungria.
Esta é a primeira vez que são reportados casos de COVID-19 na Fórmula 1 desde o cancelamento do Grande Prémio da Austrália, há cerca de quatro meses.
Recorde-se que todas as pessoas envolvidas na realização de um Grande Prémio são testadas com regularidade e só garantem acesso ao paddock caso o resultado tenha sido negativo.
Depois de ter realizado cerca de oito mil testes ao longo dos dois fins de semana na Áustria, a Fórmula levou a cabo mais cinco mil antes do Grande Prémio da Hungria e confirmou o surgimento de dois casos positivos.
No entanto, de acordo com a Fórmula 1, estas duas pessoas não deverão ter estado em contacto com as equipas e não assumiam um papel preponderante na realização dos eventos.
“A FIA e a Fórmula 1 podem hoje confirmar que entre sexta-feira, 10 de julho, e quinta-feira, 16 de julho, 4997 testes para a COVID-19 foram realizados em pilotos, equipas e colaboradores”, lê-se no comunicado emitido esta tarde. “Destes, duas pessoas deram positivo.”
“Os indivíduos não estavam presentes na Áustria e as pessoas afetadas já foram removidas das operações e isoladas. A monitorização de contactos próximos foi concluída.”






