George Russell diz que a Mercedes realizou alterações demasiado extremas no seu carro durante o inverno e precisa de encontrar um “meio-termo” para regressar à competitividade.
O pacote de evoluções introduzido pela Mercedes em Miami não foi suficiente para colocar a equipa mais perto da dianteira.
Russell considera que a sua equipa foi “demasiado longe” na procura de uma solução para os problemas de 2022 e 2023.
“O cronómetro não mente”, disse Russell. “Sabemos que talvez tenhamos compensado em demasia com algumas das alterações que fizemos desde o ano passado.”
“Temos limitações com o carro que são totalmente diferentes em relação há 12 meses. Trabalhámos tanto para resolver os problemas que acabámos por ir demasiado longe. Sabemos que precisamos de melhorar.”
“Quando olhamos para a telemetria, percebemos a razão pela qual estamos nesta posição.”
“Infelizmente, provavelmente compensámos em demasia para resolver os problemas do ano passado e passámos de um extremo a outro, pelo que temos de voltar atrás e encontrar um meio-termo.”
“Quando as novas evoluções demoram oito semanas a entrar no carro e tens conhecimento destes problemas na primeira ou na segunda corrida… Não podes trazer uma evolução para a corrida seguinte.”
“Precisas de colocá-la no túnel de vento, desenhá-la, construí-la, e de repente estás a meio da temporada.”
“É por isso que é tão difícil fazer esse progresso rapidamente quando estás em desvantagem. Todos querem que seja amanhã. Nós também queremos, mas esta é a realidade da Fórmula 1.”






