Toto Wolff admite que a Mercedes ainda não compreende a razão pela qual esteve longe da luta pela pole position com o evoluído W17 em Sepang.
O construtor de Brackley introduziu este fim de semana um pacote de evoluções que, segundo as suas estimativas, deveria representar um ganho de três décimos de segundo por volta.
Apesar de ter sido surpreendida pelas características do asfalto do circuito na sexta-feira, a equipa acreditava que poderia recuperar terreno na qualificação através de alterações na afinação do monolugar.
No entanto, a sessão de qualificação acabou por ficar aquém das expectativas, com Andrea Kimi Antonelli a terminar na quarta posição e George Russell na oitava.
“É muito difícil de compreender”, disse Wolff. “Na sexta-feira, fomos um pouco surpreendidos por alguns comportamentos do carro que não tínhamos visto ao longo de toda a temporada, mas também podemos dizer que está muito calor e que o asfalto é diferente do de todos os outros circuitos.”
“Esta manhã, parecia que estávamos muito bem. Parecia que, pelo menos com o Kimi, tínhamos dado um passo em frente na compreensão do carro.”
“Depois, na qualificação, voltámos um pouco ao que tínhamos visto anteriormente, simplesmente sem desempenho.”
“Há qualquer outra coisa a acontecer. E temos de perceber o quê. Agora, temos de analisar os dados e juntar esforços, porque continuamos a acreditar que a evolução funciona. Só precisamos de perceber porque não funcionou aqui.”
“A superfície da pista é muito diferente, mas, ainda assim, estamos à espera de ganhar três décimos e parece que perdemos três, quatro ou cinco décimos. Foi a primeira vez que ficámos fora dos três primeiros por falta de desempenho em pista. É difícil, mas acredito que vamos encontrar a solução.”






