O diretor de equipa da Mercedes acredita que será a Renault a dar o maior passo em frente em 2018.
Com a ajuda de um grande investimento, a Renault adquiriu a Lotus e regressou à Fórmula 1 em 2016, e Toto Wolff destaca o fabricante francês como aquele que dará, provavelmente, o maior salto competitivo este ano.
Refletindo nas equipas adversárias, Wolff disse: “Force India? Há um duelo entre o Perez e o Ocon que deve ser interessante. Ambos querem destacar-se e têm objetivos para a temporada de 2019, por isso é um ano essencial para eles.”
“A Williams tem projeto arrojado, estou curioso para ver como funciona. O Sirotkin tem pouca experiência, mas pode compensar com a sua rapidez. O Stroll tem de ser líder de equipa aos 19 anos, na sua segunda época na F1.”
“Mas na minha opinião será a Renault a dar o maior passo em frente. Vão usar todos os seus recursos e o Hulkenberg e o Sainz são pilotos ambiciosos.”
Relativamente às outras equipas, Wolff sugere que a Toro Rosso pode surpreender e não descarta a Sauber.

“A Toro Rosso tem o fator Franz Tost e uma Honda com novas ambições. O diretor de equipa é apaixonado pelas corridas e muito trabalhador, por isso podem surgir algumas surpresas.”
“É difícil de avaliar a Haas, porque perdeu um pouco em 2017, enquanto a McLaren tem agora um motor capaz de competir com a Red Bull. Ambas as equipas dizem ter o melhor chassis, por isso poderá ser uma luta entusiasmante.”
“E a Sauber com a Alfa Romeo é mais do que uma jogada de marketing. Eles têm o melhor túnel de vento na Fórmula 1 e o Leclerc, que é um piloto referenciado como uma estrela do futuro.”
No que diz respeito às ambições da Mercedes, Wolff afirma que não há razão para acreditar que a equipa terá a vida facilitada este ano.
“A Ferrari deu um grande passo de 2016 para 2017. O carro deles será rápida e o Sebastian é um bom líder de equipa.”
“A Red Bull tem uma combinação de pilotos excelente: por um lado o Daniel Ricciardo, que conduz muito bem, e por outro o Max, um grande talento que eleva a Fórmula 1.”
“No segunda metade do ano passado eles desenvolveram muito o carro, e se continuarem a ligação à Renault poderão ser um oponente difícil de bater.”






