Robert Kubica diz que o facto de ter terminado a corrida em Singapura representa uma das maiores conquistas da sua carreira, já que as suas preparações para o Grande Prémio foram condicionadas por uma lesão sofrida numa queda.
Kubica, que deixará a Williams no final da temporada, não esperava um resultado particularmente positivo em Singapura mas passou por dificuldades acrescidas depois de ter caído das escadas na semana que antecedeu o Grande Prémio.
Para além de pequenas feridas no nariz e nas mãos, Kubica participou na corrida mais exigente do ponto de vista físico com uma lesão no ombro.
“É verdade que o resultado não é ótimo, o que já era de esperar”, admitiu Kubica. “Mas penso que em termos de objetivo e conquista pessoal foi relevante, olhando para o quão difícil esta corrida é e para a minha condição.”
“Sofri uma pequena lesão no domingo passado, por isso não estava a 100% e consegui não cometer um erro numa corrida difícil e numa pista tão complicada.”
“Sabendo onde estava há dois ou três anos, penso que esta é uma das maiores conquistas da minha carreira. Mas continua pessoal, porque o resultado não correspondeu.”
Embora tenha estado longe de repetir a prestação de 2010, quando somou bons pontos para a Renault, o polaco ainda conseguiu ultrapassar o Haas de Kevin Magnussen no final da corrida.
“Foi difícil, tivemos uma corrida bastante difícil com muitas coisas para gerir”, acrescentou Kubica. “Estávamos com muito calor, a lutar para seguir os outros e a gerir os pneus.”
“No último stint, por algum motivo tive uma enorme vibração ao sair das boxes. A 250 km/h não conseguia ver a placa do muro das boxes e em todas as retas havia faíscas a sair da traseira dos outros carros, não foi fácil.”






