Frédéric Vasseur afirma que o facto de a Ferrari ter reduzido em 50% o défice em relação à Red Bull é um dos aspetos positivos que a equipa pode retirar do primeiro Grande Prémio da temporada.
Carlos Sainz terminou a corrida do Bahrain na terceira posição e cerca de 25 segundos atrás de Max Verstappen, enquanto Charles Leclerc enfrentou problemas de travões e foi quarto classificado.
Em 2023, Sainz, o mais veloz dos pilotos da Scuderia, tinha cruzado a linha de meta com mais de 48 segundos de desvantagem para Verstappen.
“Pode dizer-se que o sentimento é um pouco misto após a corrida”, disse Vasseur, diretor de equipa da Ferrari.
“O aspeto positivo é que teríamos conseguido a pole position com o tempo do Q2. E talvez tenhamos recuperado 50% da diferença em relação à Red Bull, porque há um ano estávamos a mais de 50 segundos na corrida.”
“O aspeto negativo é que isso não é suficiente e, mais uma vez, tivemos demasiados problemas durante o fim de semana. Temos de resolver o problema de travões no carro do Charles.”
“Mas penso que, no geral, ele fez um bom trabalho, assim como o muro das boxes. Conseguimos gerir a situação e salvar um quarto lugar. Honestamente, durante o primeiro stint, não estava muito otimista.”
“Há um ano, acho que na corrida estávamos a oito, nove décimos por volta. Talvez hoje tenhamos conseguido reduzir em 50% a diferença.”
“Não estamos aqui para ser quatro décimos mais lentos. Mas se compararmos com o ano passado e olharmos para a recuperação que tivemos e para o facto de termos conseguido lutar com eles no final, penso que temos uma boa oportunidade.”
“E também temos uma base muito melhor para desenvolver este ano. Penso que os pilotos têm muito mais facilidade em saber onde estamos fracos e onde podemos melhorar. No ano passado, era muito mais difícil ter uma boa compreensão do carro.”

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