As penalizações do Grande Prémio do Mónaco continuam na ordem do dia na Fórmula 1. Desta feita, foi a Mercedes a exercer o direito de revisão relativamente à anulação das sanções de Pierre Gasly no Mónaco.
O piloto da Alpine foi promovido ao pódio depois de um pedido de direito de revisão apresentado pela equipa francesa ter levado os comissários desportivos a anularem duas penalizações de cinco segundos por excesso de velocidade na via das boxes.
Gasly foi um dos cinco pilotos sancionados por infrações relacionadas com o limite de velocidade nas boxes, numa corrida em que a distância utilizada para os cálculos oficiais se revelou incorreta. No entanto, ao contrário dos restantes pilotos penalizados, o francês não cumpriu as sanções durante a corrida, o que se revelou crucial para a anulação das mesmas.
Depois de a McLaren ter confirmado um recurso junto do Tribunal Internacional de Apelação da FIA e de várias fontes indicarem que a Red Bull pretende seguir o mesmo caminho, a Mercedes optou por avançar com um pedido de direito de revisão da decisão que anulou as penalizações de Gasly.
A FIA confirmou esta quarta-feira que irá realizar no próximo sábado uma audiência virtual para avaliar se os elementos apresentados pela equipa de Brackley constituem uma nova evidência significativa que justifique a reabertura do caso.
Durante o fim de semana do Grande Prémio de Barcelona-Catalunha Toto Wolff já tinha admitido que a Mercedes ponderava recorrer a este mecanismo, embora sem grande confiança quanto ao desfecho.
“Pedimos um direito de revisão porque, simplesmente, queremos estar à mesa quando as decisões são tomadas”, afirmou Wolff.






