A Audi confirmou que irá recorrer da decisão de não penalizar Yuki Tsunoda por uma alegada infração ao procedimento de arranque no Grande Prémio de Itália.
Tsunoda deveria alinhar na 14.ª posição da grelha para o recomeço da corrida, após a bandeira vermelha provocada pelo acidente de Charles Leclerc.
O piloto japonês dirigiu-se inicialmente para o lugar correspondente à 15.ª posição, antes de se desviar para o lado direito e colocar o carro na 14.ª posição, embora ligeiramente inclinado em direção ao muro das boxes.
Na altura, o diretor de corrida Rui Marques ordenou uma nova volta de formação, uma vez que, segundo os comissários desportivos, “afirmou não se sentir confortável em dar início à corrida com o carro naquela posição”.
De acordo com os regulamentos desportivos da Fórmula 1, um piloto que cause uma volta de formação adicional deve entrar na via das boxes no final dessa volta e iniciar a corrida a partir do final do pitlane.
No entanto, os comissários desportivos referiram que “em momento algum a equipa foi informada de que a direção de corrida considerava que o carro 22 tinha sido a causa da volta de formação adicional” e que “a volta de formação adicional resultou da avaliação da situação por parte do diretor de corrida, em vez de ter sido diretamente causada pelo piloto do carro 22”.
Tsunoda viria a terminar a corrida na décima posição, imediatamente à frente do Audi de Gabriel Bortoleto.
A Audi manifestou, após a corrida de Monza, a intenção de recorrer da decisão dos comissários, tendo agora, dentro do prazo de 96 horas previsto para o efeito, formalizado o recurso junto da FIA.






