A Ferrari introduzirá este fim de semana a primeira evolução da sua unidade motriz ao abrigo do mecanismo ADUO, mas garante que a atualização terá um impacto reduzido e não alterará, por si só, a hierarquia do campeonato.
O construtor de Maranello recebeu luz verde para introduzir duas evoluções no seu motor de combustão interna em 2026, depois de a FIA ter determinado que a sua unidade motriz apresentava um défice de desempenho de pelo menos 4% relativamente à referência estabelecida pela Red Bull.
A primeira dessas evoluções será estreada já no Grande Prémio da Áustria, mas Enrico Gualtieri, diretor técnico da divisão de motores da Ferrari, procurou moderar as expectativas em torno das novidades.
No entanto, segundo Enrico Gualtieri, diretor técnico do departamento da unidade motriz, a evolução não será suficiente para alterar a hierarquia do pelotão.
“Esta atualização não representa um grande passo e, por si só, não vai alterar a hierarquia competitiva”, afirmou.
“O que demonstra é a atitude da equipa e dos nossos parceiros técnicos: continuar a pressionar e aproveitar todas as oportunidades para melhorar o nosso pacote.”
“Num campeonato tão competitivo como este, é irrealista esperar que uma única atualização transforme por completo o cenário, especialmente tendo em conta as atuais restrições de homologação e desenvolvimento.”
“O desempenho constrói-se de forma progressiva, não apenas através de alterações de hardware, mas também pela forma como se otimiza o pacote corrida após corrida.”






