O Conselho Mundial de Automobilismo da FIA aprovou esta terça-feira o aumento do número de componentes da unidade motriz que cada piloto pode utilizar em 2023.
Com o intuito de reduzir as inevitáveis penalizações por troca de elementos da unidade motriz numa fase mais avançada da temporada, a Fórmula 1 aumentou de três para quatro o número de motores de combustão interna, turbocompressores, MGU-Ks e MGU-Hs que cada piloto tem à disposição até ao final do ano.
O sistema de armazenamento de energia e a centralina, componente que Charles Leclerc foi forçado a trocar por duas vezes nas duas primeiras corridas da temporada, continuam a estar limitados a duas unidades.
Este fim de semana, na sequência do problema que o forçou a abandonar na Austrália, George Russell deverá tornar-se o terceiro piloto a substituir todos os componentes da sua unidade motriz, após Lando Norris e Nyck de Vries.






