Oliver Bearman e Isack Hadjar foram alguns dos pilotos que criticaram a decisão da Alpine de dispensar Jack Doohan após apenas seis corridas.
Depois do Grande Prémio de Miami, a Alpine anunciou que Doohan seria substituído por Franco Colapinto nas cinco corridas seguintes.
Doohan, que estava a cumprir a sua temporada de estreia no desporto, tinha o seu lugar em risco desde o início do ano, quando a Alpine contratou Colapinto para a sua academia.
Em Imola, foram vários os pilotos que expressaram apoio a Doohan e criticaram a atuação da Alpine.
“Só posso imaginar que é uma situação horrível e sinto que o seu tratamento foi muito injusto”, disse Bearman.
“Fomos a quatro das seis pistas que eram novas para nós, enquanto rookies. Tivemos duas provas de sprint, que são ainda mais difíceis para nós.”
“Antes mesmo de chegar à temporada europeia, onde há as pistas que ele conhece, já foi atirado para fora do carro. Por isso, sim. Incrivelmente duro.”
O francês Isack Hadjar referiu que Doohan se encontrava numa situação difícil desde o arranque da sua campanha de estreia.
“Mesmo antes da temporada, cheirava um pouco mal, porque acho que ele entrou na temporada com muita pressão e expectativas”, afirmou.
“Portanto, não é um ambiente muito bom. E parece-me um pouco injusto, porque depois de seis corridas, ele não teve muito tempo para mostrar nada, e não é que ele tivesse um foguetão também. Por isso, sim, foi um pouco duro.”
“Eu não tive uma arma apontada à minha cabeça antes de começar a temporada Isso ajudou bastante.”
“Compreendo que, quando se é da Red Bull, se queira lutar pelo campeonato do mundo, pelo que isto faz sentido talvez na equipa de topo. Mas, caso contrário, se queremos que o nosso rookie tenha experiência, temos de lhe dar corridas.”






