George Russell afirma que o seu teste com o monolugar de 2019 da Mercedes foi “uma experiência incrível” e acredita que os conhecimentos adquiridos ao longo do dia que passou com o W10 podem ajudar no desenvolvimento do Williams FW42, apesar de não estar autorizado a partilhar informações de telemetria com a sua atual equipa.
Depois de não ter escapado às últimas posições nas corridas que marcaram a sua estreia na Fórmula 1 com a Williams, Russell foi premiado com um dia de testes com a Mercedes no Bahrain.
O piloto de 21 anos tirou partido dos pneus mais macios para estabelecer o melhor tempo do teste e reconhece que esta foi uma oportunidade importante para perceber o que falta ao monolugar da Williams.
“Foi uma experiência incrível e uma experiência pela qual poucos pilotos passam”, disse Russell.
“Eles estão a liderar o campeonato e pode-se dizer que têm o carro mais rápido da grelha neste momento. Por isso, tendo em conta a nossa situação, foi uma boa oportunidade para saber aquilo que devemos ambicionar.”
Embora tenha confessado que não estava autorizado a partilhar dados confidenciais do teste com a Williams, o piloto britânico acredita que a equipa pode tirar partido deste teste para aprender e trabalhar na direção certa.
“Concordamos que não poderia voltar e partilhar informações confidenciais, mas sou capaz de dizer que o carro deles está a ter um certo comportamento nestas curvas e o nosso não está”, acrescentou. “É com isso que temos de trabalhar.”
“Penso que foi um teste muito bom, e obviamente todos sabemos que eles desenvolveram mais downforce do que nós. Mas há mais do que isso.”

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