Fórmula 1

Hamilton acredita que Ferrari pode estar meio segundo mais rápida do que a Mercedes

Lewis Hamilton acredita que a Mercedes pode estar cerca de meio segundo mais lenta do que a Ferrari no final dos testes de pré-temporada em Barcelona.

Sebastian Vettel melhorou esta manhã o tempo alcançado ontem por Charles Leclerc e colocou a Ferrari no topo da tabela. 

A Mercedes só agora começou a recorrer aos pneus mais macios e terminou a sessão no segundo posto, com Valtteri Bottas a ser cerca de três décimos mais lento do que Vettel. 

“A Ferrari é a mais rápida”, disse Hamilton. “Esta vai ser a batalha mais difícil até agora. O ritmo da Ferrari está muito, muito bom e o desafio será mais difícil do que nunca.”

Embora admita que a vantagem da Ferrari é uma realidade, Hamilton diz não ter certezas relativamente à diferença que separa ambas as equipas, apontando ainda assim para a possibilidade de haver um défice de meio segundo face aos rivais. 

“Penso que é potencialmente meio segundo”, afirmou o campeão em título. “Vamos analisar muito este teste e haverá algumas alterações que tentaremos implementar.”

“Não há muito tempo, mas espero que possamos ganhar pelo menos um décimo ao compreender melhor o carro.”

Hamilton garantiu ainda não estar particularmente focado em igualar os tempos da Ferrari, já que “não há qualquer recompensa por ser o mais rápido nos testes”.

A Mercedes introduziu esta semana um novo pacote aerodinâmico para o W10 e Valtteri Bottas confirmou que o monolugar estava mais eficaz em alguns dos pontos fracos identificados no primeiro teste.

Hamilton concordou com o colega de equipa, mas quando lhe perguntaram se era expectável que a diferença baixasse em Melbourne, respondeu: “Não tenho motivos para achar que irá baixar.”

“É possível que chegamos lá e seja maior ou menor. Não há nenhuma forma de perceber isso através do GPS porque não sabemos os níveis de combustível e os modos de motor. Eles são mais rápidos nas retas, por exemplo.”

“É claro que esperamos que a diferença não seja maior do que agora, mas não podemos dar isso como garantido e é necessário trabalhar para fechar a diferença que acreditamos existir.”

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