Satisfeita por ter detetado os problemas na unidade motriz antes do início da temporada, a Mercedes implementou uma série de alterações com o intuito de se apresentar em solo australiano com um carro mais fiável.
O construtor alemão foi o mais rápido nos testes de pré-temporada e até saiu de Barcelona com mais quilómetros realizados face aos seus rivais, mas os problemas na unidade motriz condicionaram o programa da equipa e, sobretudo, o trabalho da Williams.
“Conseguimos concluir a maior parte do nosso programa conforme planeado nos testes de inverno”, disse Wolff. “No entanto, enfrentamos alguns problemas de fiabilidade que precisávamos de resolver.”
“Estamos satisfeitos por termos encontrado esses problemas nos testes e não durante um Grande Prémio, já que pudemos trabalhar para corrigi-los sem penalizações.”
“Finalmente chegou a altura de correr novamente e estamos ansiosos pela nova temporada. A equipa trabalhou muito para construir um carro novo e estamos entusiasmados para ver o que ele pode fazer quando é levado ao limite.”
O austríaco afirma ainda estar ciente do desafio que será conciliar o trabalho referente à temporada de 2020 com o desenvolvimento do carro do próximo ano, que será substancialmente diferente face às alterações regulamentares.
“Esta temporada será entusiasmante de assistir dentro e fora de pista, pois tudo o que fizermos este ano terá um impacto na nossa competitividade no futuro”, acrescentou.
“Enfrentamos o desafio das maiores alterações técnicas que o nosso desporto já viu, combinadas com um teto orçamental, o que significa que o trabalho que fizermos este ano determinará o arranque de 2021.”
“Isso torna a temporada de 2020 um enorme desafio – um desafio pelo qual todos em Brixworth e Brackley estão ansiosos.”

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