Esteban Ocon pronunciou-se pela primeira vez sobre o seu afastamento da Haas no Grande Prémio da Cidade do México, confirmando que existiu uma “divergência de opiniões” com a equipa, mas rejeitando categoricamente qualquer alegação de violência física.
O piloto francês foi afastado da formação norte-americana para o restante fim de semana, sendo substituído por Ryo Hirakawa, que assumiu o seu lugar a partir da terceira sessão de treinos livres.
A ausência de uma explicação oficial por parte da Haas sobre os motivos da decisão alimentou várias especulações em torno do sucedido, nomeadamente sobre um possível desentendimento entre Ocon e elementos da equipa após o FP2 de sexta-feira.
Num comunicado publicado nas redes sociais, o francês não revelou detalhes sobre o episódio, mas confirmou que houve uma discussão entre as partes envolvidas e negou qualquer recurso à violência.
“Na sequência da recente decisão da Haas F1 Team de confirmar que não participarei no Grande Prémio da Cidade do México deste fim de semana, gostaria de me pronunciar formalmente sobre algumas notícias e especulações divulgadas pelos meios de comunicação social em torno desta situação”, lê-se no comunicado.
“Na noite passada, uma divergência de opiniões levou a uma conversa entre as partes envolvidas. Embora reconheça que essa conversa teve lugar, rejeito categoricamente quaisquer notícias ou alegações de que tenha sido utilizada qualquer forma de violência física para resolver divergências de qualquer natureza.”
“Condeno veementemente a violência em todas as suas formas e acredito firmemente que os desacordos devem ser sempre resolvidos com profissionalismo, respeito e compreensão mútua.”
“Peço, por isso, que sejam evitadas especulações enquanto a situação estiver a ser analisada.”
“Serão divulgadas mais informações oportunamente.”






