Lewis Hamilton acredita estar “mais perto do que nunca” da sua primeira vitória como piloto da Ferrari.
O piloto britânico arrancou do terceiro posto para o Grande Prémio do Mónaco e beneficiou dos problemas que levaram ao abandono de Max Verstappen para subir a segundo, posição que manteve até à bandeira de xadrez.
Hamilton ainda recebeu uma penalização de cinco segundos por excesso de velocidade na via das boxes, mas conseguiu cumprir a sanção durante o período de Safety Car sem perder qualquer posição.
Este foi o segundo pódio consecutivo da Hamilton, que após a corrida destacou o trabalho desenvolvido em conjunto com a Ferrari desde a sua chegada à equipa.
“A verdade é que, no ano passado, herdei um carro que tinha sido desenvolvido por outros pilotos, pelo Carlos e pelo Charles”, afirmou. “Entrei num carro que não se adequava realmente a mim e, apesar de ter sido um ano muito difícil, fizemos muito trabalho nos bastidores.”
“Sentei-me com os engenheiros e expliquei-lhes a direção que queria seguir com este carro, as características que considerava necessárias, e eles ouviram-me. Implementaram muitas das coisas que pedi.”
“Quando chegámos a esta temporada, muita coisa tinha mudado. Insisti com o Fred [Vasseur] para que fossem feitas determinadas alterações. Disse-lhe que faria tudo o que fosse preciso para que essas mudanças acontecessem, e ele fez um enorme esforço para as concretizar. Por isso, estou muito grato e espero que ele esteja orgulhoso dos resultados que alcançámos nas últimas duas corridas.”
Quando lhe perguntaram se os pódios das últimas corridas o tinham deixado a sonhar com uma vitória, Hamilton respondeu: “Sim. Sei que, mais cedo ou mais tarde, vamos conseguir uma vitória.”
“Nunca perdi isso de vista. Estamos mais perto do que nunca.”
“Não consigo acreditar que estamos em segundo lugar no campeonato e não teria conseguido isso sem esta equipa fantástica.”
“Há muito mais que podemos fazer juntos. Ainda temos uma grande margem de progressão e podemos melhorar em todas as áreas. Sei que todos estão dispostos a fazer o que for necessário.”
“Por isso, vamos continuar a pressionar e a tentar reduzir a diferença para os que estão à nossa frente.”






