Por não apresentar novas, significantes e relevantes novas evidências que contestem a penalização do Grande Prémio do Canadá, a Ferrari perdeu a oportunidade de fazer com que o polémico incidente fosse revisto pela FIA.
Procurando uma revisão à penalização que impediu Vettel de chegar à vitória em solo canadiano, a Ferrari reuniu-se ao início da tarde com os comissários desportivos e foi desafiada a apresentar novas evidências que contrariassem a decisão.
Começando o dia a garantir dispor de provas “esmagadoras” de que Vettel não quebrou as regras quando regressou à pista diante de Hamilton no Canadá, a Ferrari apresentou provas que passaram pela análise da telemetria do carro de Vettel, pela disponibilização de vídeos a bordo do carro do alemão, pela análise de Karun Chandhok ao incidente para a Sky Sports e pelo sistema de GPS que acompanhou as trajetórias dos dois pilotos em voltas anteriores.
Os comissários desportivos entenderam que a maioria das provas mostradas pela Ferrari não representaram qualquer novidade face à análise que foi feita durante a corrida em Montreal e garantem que as únicas novas evidências – a análise de Chandhok e um vídeo de uma câmara apontada para o capacete de Vettel – não são suficientemente “significantes e relevantes” para a situação.
“Não existem novos elementos significantes e relevantes que não estivessem disponíveis para as partes no momento da competição em questão”, lê-se no comunicado lançado esta tarde pela FIA.

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