Um teto orçamental de 145 milhões de dólares já foi aprovado pelas equipas e será introduzido no próximo ano, mas os salários dos pilotos e dos três principais funcionários não são abrangidos. Em 2023, haverá um limite para os salários dos pilotos.
As incertezas financeiras causadas pelo COVID-19 continuam a preocupar as equipas de Fórmula 1 que, nesta segunda-feira, chegaram a um princípio de acordo para implementar um teto salarial para os pilotos que entraria em vigor na temporada de 2023. Embora os números não sejam finais, o plano atual é de limitar a soma dos salários dos dois pilotos a 30 milhões de dólares.
Se a soma dos salários dos dois pilotos ultrapassar os 30 milhões de dólares, a diferença será então deduzida ao teto orçamental de 145 milhões.
Em cima da mesa está também a hipótese de criar um teto para os salários dos três principais funcionários da equipa, que neste momento ficam de fora do teto orçamental que entrará em vigor no próximo ano.
Os contratos dos pilotos que forem assinados antes das novas regras serem formalmente confirmadas continuarão em vigor e sem obrigação de cumprir o teto salarial, o que abre uma janela de oportunidade para as equipas.






