Kevin Magnussen acredita que a Haas voltará a ter um fim de semana difícil no Grande Prémio do Qatar, ronda que antecede a chegada de um significativo pacote de evoluções.
Depois de ter alcançado em Singapura o seu primeiro ponto desde o Grande Prémio de Miami, o piloto dinamarquês foi o último a ver a bandeira de xadrez em Suzuka.
Embora a corrida de Magnussen tenha sido condicionada por uma colisão com Sergio Pérez, o seu colega de equipa Nico Hulkenberg também enfrentou dificuldades em solo japonês, terminando no penúltimo posto.
O construtor norte-americano introduzirá um pacote de evoluções no Grande Prémio dos Estados Unidos que alterará o conceito do VF-23 e lançará as bases para o carro de 2024.
“É modo de sobrevivência até lá”, disse Magnussen sobre as evoluções. “Conseguimos um ponto em Singapura com este carro. Portanto, essa pista adequava-se melhor ao nosso carro.”
“Há sempre razões para tentarmos o nosso melhor, e é o que faremos no Qatar também. Nunca lá estive, mas é uma pista muito rápida, de certa forma um pouco parecida com Suzuka, com curvas longas e fluídas. Não é bem o nosso tipo de pista.”
Guenther Steiner, diretor de equipa da Haas, considera que a equipa fez tudo o que estava ao seu alcance no Grande Prémio do Japão.
“Sabemos onde estamos e penso que executámos o que temos da melhor forma possível”, afirmou. “As paragens nas boxes foram muito boas, as melhores deste ano, e fizemos cinco.”
“Obviamente, tentámos uma paragem tripla com o Nico, porque ele não tinha dois jogos de pneus duros e não podia fazer a corrida com duas paragens. Fizemos apenas o que podíamos com o carro.”
“E penso que acabámos por nos aproximar muito dos AlphaTauris, e o Kevin, sem o pião do Pérez, talvez pudesse ter lutado com eles. Talvez e o “se” não nos dizem nada, mas no final, sabemos onde estamos.”
“E esperamos que o pacote funcione em Austin. E se não funcionar, pelo menos aprendemos alguma coisa para o próximo ano.”






