Lewis Hamilton afirma estar convicto de que ainda é capaz de competir ao mais alto nível na Fórmula 1, mas admite não conseguir a explicar a diferença de meio segundo para o seu colega de equipa.
O piloto da Mercedes tem enfrentado dificuldades para extrair todo o potencial do monolugar nas sessões de qualificação ao longo da temporada.
Hamilton reconhece não perceber a razão pela qual não consegue igualar o ritmo de George Russell, garantido que a sensação atrás do volante não tem sido negativa.
“Não consigo explicar porque é que estou a meio segundo do meu colega de equipa”, disse Hamilton. “Isso nunca aconteceu na minha carreira.”
“Não consigo explicar isso. O que posso dizer é que a sensação no carro foi boa no geral. Não há muito mais que eu possa acrescentar.”
“Dei absolutamente tudo de mim e a sensação é boa, mas quando cruzo a linha sou simplesmente lento.”
A frustração no final da qualificação sprint de sexta-feira levou Hamilton a referir aos jornalistas que “definitivamente já não sou rápido”.
Questionado sobre se sentia mesmo que estava a perder rapidez, o heptacampeão respondeu: “Sei que ainda tenho o que é preciso. Mas o carro não anda mais rápido. Eu sei que ainda sou capaz, isso não é uma questão na minha mente. Mas estou ansioso pelo final.”

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