Questionado sobre se compreendia a origem dos problemas, Russell respondeu: “Se soubesse, conseguiria evitar estar nesta posição.”
“No início da temporada tudo parecia fácil. Cada volta que fazia nos treinos e na qualificação era P1 – no pior dos casos P2 – em todas as sessões. Q1, Q2, Q3.”
“Nas últimas três corridas simplesmente desapareceu. Até no Canadá foi uma verdadeira luta conseguir uma boa volta e depois acabei por fazê-la em ambas as sessões, mas isso foi mais como tirar algo especial da cartola e ter um pouco de sorte por acontecer no momento certo.”
“Mas é onde estou neste momento. Sinceramente, não sei.”
Quando lhe perguntaram se lhe falta confiança no carro, o britânico acrescentou: “Há claramente algumas coisas que vimos. As alterações feitas no carro deste ano não se adaptam tão bem ao meu estilo natural de condução como acontecia com o carro do ano passado. Eu e o Kimi temos estilos de condução diferentes.”
“Não quero entrar em muitos detalhes, mas isso já era evidente no ano passado e continua a ser este ano. A diferença é que, no ano passado, o carro adequava-se perfeitamente a mim e este ano está a adequar-se perfeitamente a ele. Por isso, tenho de me adaptar e vou fazer o meu melhor para o conseguir. Mas isso continua sem explicar porque é que o início da temporada foi tão fácil.”
“Não sei. Estou um pouco perplexo neste momento.”






