Carlos Sainz acredita que a Racing Point não extraiu todo o potencial do RP20 nos testes de pré-temporada e afirma que a equipa britânica e a AlphaTauri podem ser as líderes do segundo pelotão no Grande Prémio da Austrália.
O novo monolugar da Racing Point representou um dos principais temas de discussão da pré-temporada de 2020, já que o seu conceito tem muito em comum com o Mercedes W10, vencedor do campeonato de 2019.
Embora os diferentes níveis de combustível e modos de motor dificultem a leitura dos tempos, Sainz sugeriu que a Racing Point ainda poderia ter sido mais rápida em Barcelona.
“Penso que todas as equipas, em algum momento dos testes, fizeram um tempo muito forte, por isso é muito difícil saber quem está à frente ou atrás no segundo pelotão”, disse Sainz. “Penso que colocaria a Racing Point e a AlphaTauri como as equipas mais perigosas.”
“Nós não temos uma imagem clara sobre o quão longe estamos dos três primeiros, mas descobriremos na primeira sessão de treinos livres, quando rodarmos com os mesmos níveis de combustível.”
“No segundo pelotão, a Racing Point foi muito rápida ao longo das duas semanas. Ele entraram em pista no primeiro dia e fizeram um 17.3.”
“E depois não melhoraram muito porque acho que não quiseram. Mas aquele 17.3 no primeiro dia impressionou-nos a todos e acho que eles vão ser muito rápidos.”
Depois de ter ajudado a McLaren a alcançar o quarto lugar no campeonato de construtores de 2019, Sainz acredita que a luta atrás das três equipas de topo será ainda mais intensa em 2020.
“Colocamos algum downforce no carro e estamos mais satisfeitos do que há 12 meses”, acrescentou. “A sensação no carro é muito melhor, especialmente no segundo e terceiro setores, está muito equilibrado.”
“O último setor ainda é a nossa fraqueza e algo que precisamos de trabalhar como equipa. Penso que ainda há diferenças na forma como as equipas estão a utilizar o combustível e os níveis de motor, portanto não podemos tirar demasiadas conclusões.”






