Frédéric Vasseur, diretor da Alfa Romeo, afirma que está “tudo em aberto” em relação ao alinhamento de pilotos da equipa para a temporada de 2022.
A equipa baseada em solo suíço, que renovou recentemente a sua parceria com a Alfa Romeo, tem carta branca da marca italiana no que aos pilotos diz respeito e, ao contrário do que acontecia desde 2018, não terá de reservar um lugar para um membro da academia da Ferrari.
Quando lhe perguntaram se era essencial manter pelo menos um piloto para garantir a sensação de continuidade na equipa, Vasseur respondeu: “Poderia ser um ponto, mas não é necessário.”
“Pode dizer-se que é sempre bom ter uma espécie de continuidade na equipa, porque pelo menos tens uma referência e podes comparar a sensação do ano anterior e essas coisas. Mas veremos.”
“Vamos fazer a escolha quando for a altura certa. Podemos manter o mesmo alinhamento ou podemos mudar, está tudo em aberto.”
“Penso que também é bastante confortável para a equipa que esteja tudo em aberto. É bom para o Antonio e bom para o Kimi. Não acho que estar sob pressão seja fundamentalmente mau. Penso que precisámos da pressão para obter os resultados e não quero que seja um mundo fácil.”
Vasseur confirmou que o contrato atual de Raikkonen não inclui uma opção que lhe permita permanecer na equipa, o que significa que ambas as partes terão de chegar novamente a acordo caso o finlandês deseje dar continuidade à sua carreira.
Quanto a Giovinazzi, Vasseur afirmou que o italiano “está na lista, faz parte da família e está a melhorar”.
“Ele vai estar no topo da lista para o próximo ano. Agora quero ver mais melhorias, mais resultados em corrida. Todos estão sob pressão Eu estou sob pressão, os engenheiros estão sob pressão, os pilotos têm de estar sob pressão. É um mundo de pressão.”






