O protesto lançado pela Renault contra a Racing Point foi considerado “admissível” pelos comissários desportivos, que recolheram peças do RP20 e iniciarão agora uma análise sobre a legalidade do monolugar.
Diversas equipas terão ficado insatisfeitas com as semelhanças entre o RP20 e o Mercedes W10 de 2019, mas o construtor francês foi o primeiro a questionar oficialmente a legalidade do carro de Sergio Pérez e Lance Stroll.
O protesto baseia-se no Apêndice 6 dos Regulamentos Desportivos da Fórmula 1, que aborda o tema das partes listadas e estipula o que pode e não pode ser partilhado entre as equipas.
Mais especificamente, o protesto refere-se às condutas de travões utilizadas no Racing Point RP20, que, de acordo com a Renault, são mais similares ao sistema utilizado pela Mercedes em 2019 do que o permitido.
Os comissários apreenderam peças dos carros de Stroll e Pérez e pediram à Mercedes que fornecesse as mesmas peças do W10 de 2019 para comparação.





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