O regresso da Fórmula 1 ao circuito de Imola ficou marcado pela confirmação da conquista do sétimo título de construtores consecutivo por parte da Mercedes. No entanto, Lewis Hamilton também esteve em destaque – o britânico deu mais um passo em direção ao título ao triunfar pela 93ª vez e ainda estabeleceu alguns recordes pelo caminho.
Hamilton ganhou pela 72ª vez ao serviço da Mercedes e igualou o recorde que Michael Schumacher tinha estabelecido com a Ferrari.
O piloto da Mercedes deu sequência ao recorde de triunfos em pistas diferentes ao vencer em Imola, o 29º circuito no seu palmarés.
Para além disso, Hamilton liderou a sua 5000ª volta na Fórmula 1 e está a 90 voltas do recorde de Schumacher.
Pela quarta vez nas últimas cinco corridas, Valtteri Bottas liderou a primeira volta do Grande Prémio.
No entanto, Bottas não conseguiu converter a pole position numa vitória, o que significa que ainda nenhum finlandês venceu em solo italiano.
A Mercedes alcançou o seu 500º pódio como fornecedora de motores na Fórmula 1.
Foi ainda o 100º triunfo da Mercedes na era híbrida da Fórmula 1.
Depois de ter estado mais de dois anos arredado do pódio, Daniel Ricciardo terminou entre os três primeiros pela segunda vez nas últimas três corridas.

O piloto australiano pontuou pela sétima corrida consecutiva e ajudou a Renault a ascender ao terceiro posto no campeonato de construtores.
Daniil Kvyat terminou pela primeira vez entre os seis primeiros desde o terceiro lugar que alcançou no Grande Prémio da Alemanha de 2019.
Pela primeira vez desde a corrida de Monza, a McLaren pontuou com os dois carros.
Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi colocaram os dois carros da Alfa Romeo nos pontos pela primeira vez em 2020.
Max Verstappen terminou no pódio ou abandonou em todas as corridas disputadas até agora em 2020.
Sebastian Vettel voltou a terminar fora dos pontos e está há um ano sem subir ao pódio da Fórmula 1.
Depois de ter conquistado o segundo pódio da carreira em Monza, Lance Stroll não pontuou nas cinco corridas seguintes.






